Pouco antes de todos se recolherem em quarentena, talvez uns 2 ou 3 dias, participei de uma reunião de comes e bebes com algumas pessoas. Eramos 6. Entre nós havia uma garota, com seus 36-38 anos., que se considera uma feminista. Essa garota precisaria mais tarde ir para casa sozinha e a sua única companhia seria o seu cachorro de estimação.
Como o coronavírus já era um assunto que estava na boca de todos, o assunto veio à tona, como não poderia deixar de ser, e o tema da conversa foi sobre como era perigosos estar se reunindo com pessoas naquele momento e isso era o que estávamos fazendo. Como era noite e a hora dela ir embora já se aproximava, a garota feminista soltou a seguinte pérola: tenho mais medo de um homem hétero do que do coronavírus!
Ora, que há um grave problema de assédios e estupros no país ninguém pode negar. A mulher fica sim em situação vulnerável ao sair de casa sozinha, principalmente à noite. E isso é algo a ser combatido de forma enérgica. Agora generalizar que todo homem hétero é um perigo, um potencial estuprador, é coisa de pessoas estéricas que usam mantras criados pelo seu grupo de estéricos e que vão firmando "verdades" irrefutáveis passando de um para outro as afirmações e nem param para raciocinar e observar o que estão falando ou fazendo. São como gados que apenas correm juntos com a manada que é conduzida pelo boiadeiro de volta para dentro das cercas.
Se apenas por um segundo parassem para refletir veriam que o planeta não é só aquele grupinho descolado e que as experiências de vida e visões de mundo não estão restritas apenas àquele grupo, mas nesses meios é proibido pensar!
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